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Invista em autoconhecimento se deseja alcançar suas metas de 2019!

Invista em autoconhecimento se deseja alcançar suas metas de 2019!

Ontem a noite estava assistindo no noticiário as imagens do alagamento em São Paulo. A sogra da minha irmã comentou: ano novo, problemas velhos.

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7 passos para construir seu planejamento de 2019!

7 passos para construir seu planejamento de 2019!

Já estamos na reta final de 2018!

Antes de entrar no clima das confraternizações e das compras, que tal já reservar um tempinho para planejar o que quer desenvolver e conquistar em 2019?

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Os 5 passos para ser mais feliz, segundo Tal Ben-Sharar

Os 5 passos para ser mais feliz, segundo Tal Ben-Sharar

Ontem fui conferir uma palestra do professor, escritor e conferencista Tal Ben-Sharar. Professor de psicologia positiva da Harvard Business School, Sharar conduziu uma brilhante apresentação sobre a ciência da felicidade. Eis os 5 passos apresentados por ele:

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Seja você mesmo!

Seja você mesmo!

Se tem uma coisa que eu valorizo e admiro, é a autenticidade.

Adoro pessoas que são elas mesmas, independente do local e na companhia de quem estão. Não importa se elas estão com a família, com os amigos, com os colegas de trabalho ou com os chefes, elas sempre são daquele jeito. Não importa se estão em casa, no trabalho ou na faculdade, elas se mantém fiéis à sua essência.

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Seja um agente de mudanças!

Seja um agente de mudanças!

Atenção: usei as eleições apenas para contextualizar uma reflexão. Meu objetivo com esse texto não é de falar de política e/ou defender esse ou aquele candidato.

O que mais tenho ouvido nesse período eleitoral é: chega, queremos mudança!

O que mais me impressiona, no entanto, é o quanto esse discurso está descolado da prática.

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O Poder dos Quietos

Eu demorei alguns anos para descobrir que eu sou introvertida (e que isso não é ruim).

E quando eu falo que sou introvertida para os meus familiares e amigos, eles riem da minha cara e dizem que não sou introvertida.

Já no ambiente profissional, a minha introversão chegou a ser apontada com um ponto de melhoria por meus colegas em uma avaliação 360º. Aparentemente, não tagarelar durante uma reunião ou não fazer uma entrada triunfante em um evento (a la pavão, sabe?) não foi bem visto por eles.

Felizmente, eu sou muito bem resolvida quanto à minha introversão. Mas de qualquer maneira, eu adoraria entregar um exemplar do livro “O Poder dos Quietos”, da autora Susan Cain, para cada uma dessas pessoas – as que duvidas e as que acham isso um “defeito”.

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Nas palavras de Max Gehringer, “a proposta do livro é mostrar que a introversão não é uma doença, nem um pecado social, bem uma falha grave na formação. É uma característica inata que, para render bons frutos, tanto na vida pessoal quanto na carreira profissional, não precisa ser curada, remendada ou disfarçada”.

A autora faz uma crítica muito bem embasada ao que ela chama de Ideal de Extroversão – “a crença onipresente de que o ser ideal é gregário, alfa, e sente-se confortável sob a luz dos holofotes”.

Chamar “O Poder dos Quietos” apenas de livro é um erro. O livro está mais para uma “surra de autoconhecimento” para os introvertidos. Em muitos momentos da minha leitura, eu me enxergava ali, na história daquele personagem que ela estava narrando. Terminei a leitura deste livro ainda mais bem resolvido do que já era, se é que isto é possível.

Além de explicar com maestria as diferenças entre os extrovertidos e os introvertidos – o que os difere é a quantidade de estímulos que preferem receber (introvertidos precisam de menos estímulos) – a autora também navega pela história de personagens históricos e/ou famosos que são introvertidos e que conquistaram grandes feitos. Afinal, quem diria que se não fosse um introvertido, hoje não teríamos o Google? Ou as teorias da gravidade e da relatividade?

Ainda nas primeiras páginas do livro, a autora nos traz a visão de introversão pelo influente psicólogo Carlos Jung:

Introvertidos são atraídos pelo mundo interior do pensamentos e do sentimento. (…) Extrovertidos pela vida externa de pessoas e atividades. Introvertidos focam no significado que tiram dos eventos ao seu redor; extrovertidos mergulham nos próprios acontecimentos. Introvertidos recarregam suas baterias ficando sozinhas; extrovertidos precisam recarregar quando não socializam o suficiente.

A autora também relata que, apesar não haver uma definição geral para introversão pelos psicólogos contemporâneos, eles tendem a concordar em vários pontos importantes:

… por exemplo, que introvertidos e extrovertidos diferem quanto ao nível de estímulo externo que precisam para funcionar bem. Introvertidos sentem-se ‘bem’ com menos estímulo, como quando tomam uma taça de vinho com um amigo próximo, fazem palavras cruzadas ou leem um livro. Extrovertidos gostam da vibração extra de atividades como conhecer pessoas novas, esquiar em montanhas perigosas ou colocar música alta.

E assim a autora passa analisar e a desconstruir diversos mitos em relação a introversão e exaltar uma inúmera gama de vantagens e benefícios em ser introvertido.

Um ponto que me chamou bastante atenção no livro é como a autora demonstra como os mais diversos atores sociais – família, trabalho, mídia, escola, etc – querem obrigar as pessoas a incorporarem esse ideal de extroversão para suas vidas, como se isso fosse o certo, ou como se só os extrovertidos pudessem ter sucesso. E de quebra, ela entrega um capítulo inteiro só para explicar como esses atores, principalmente os pais, devem agir para lidar com os introvertidos.

Outro ponto que eu achei bem interessante foi o questionamento se nós, introvertidos, teríamos que viver para sempre com algumas limitações da introversão, como o medo de falar em público. Esse ponto me chamou atenção porque eu pessoalmente superei essa questão. E, portanto, não poderia achar a resposta da autora mais coerente: sim, podemos nos moldar e superar nossas dificuldades/medo, quando somos motivados por algo significativo. No meu caso, por exemplo, a vontade de compartilhar os meus conhecimentos e de motivar as pessoas, acabou sendo mais forte do que o meu medo! Já escrevi sobre isso aqui.

Enfim, não dá para esgotar aqui tudo que é tratado no livro. Mas eu acredito, verdadeiramente, que é uma leitura obrigatória não só para os introvertidos, mas também para os extrovertidos! E para finalizar, uma frase do livro que me chamou muita atenção!

Aos introvertidos é oferecida a chave para jardins privados cheios de riquezas. Possuir essa chave é cair como Alice no buraco do coelho. Ela não escolheu ir para o País das Maravilhas – mas transformou isso numa aventura que era nova, fantástica e pessoal. 

Ah, a autora também fez uma apresentação no TED sobre isso. Você pode assistir aqui.

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8 dicas para aproveitar ao máximo a participação em eventos

8 dicas para aproveitar ao máximo a participação em eventos

Diariamente recebo diversos convites para eventos, dos mais variados tipos: congressos, seminários, palestras, feiras, etc. Não dá para ir a todos, claro, mas eu tenho uma máxima de que não podemos ficar só atrás da mesa no escritório. Participar desses eventos é importante para ampliar nossos horizontes e nosso networking.

E tenho alguns pontos que sigo para aproveitar ao máximo minha participação nesses eventos, que compartilho aqui com vocês:

#1 – Eu trabalho a minha mente para entrar em um mindset de crescimento/aprendizado, ou seja, já vou para o evento com a minha curiosidade aguçada e com um desejo verdadeiro de adquirir novos conhecimentos.

#2 – Anotações, muitas anotações. Eu nunca vou para um evento sem um bloquinho de notas e uma caneta. Anoto palavras, frases, insights que já vão me ocorrendo na hora, etc. Mas não adianta só anotar. Quando eu chego em casa, ou no mais tardar no dia seguinte, eu revejo todas as anotações. E de tempos em tempos volto a essas anotações. Acreditem: sempre surgem novos insights!

Curiosidade: existem diversas pesquisas que comprovam que fazer as anotações no papel é o modo mais eficiente de memorizar e assimilar o conteúdo.

#3 – Conexões! Essa parte sempre foi a mais desafiadora para mim, e sigo praticando para chegar a excelência! O primeiro passo é estar aberto a conhecer pessoas. Guarda o celular na bolsa, bota um sorriso no rosto e vá conversar com as pessoas. Troquem experiências e cartões de visitas. E o mais importante: não jogue o cartão de visitas na gaveta. Eu gosto de procurar a pessoa no LinkedIn e ao adicioná-la, envio uma mensagem lembrando onde nos conhecemos. Além disso, eu tenho uma planilha própria com todos os contatos, em que um dos campos eu anoto onde conheci a pessoa e mais detalhes sobre o que conversamos.

#4 – A maneira mais efetiva para o nosso cérebro assimilar um novo conhecimento é quando ensinamos a alguém. Por isso, gosto sempre de compartilhar o que aprendo nos eventos, seja escrevendo um texto para o meu site ou compartilhando em uma conversa com amigos e colegas, entre tantas outras oportunidades que existem para repassar o conteúdo aprendido.

Dicas Extras:

#5 – Nem sempre podemos desligar o celular enquanto estamos em um evento. Mas sempre que puder, o faça. Não ter essa distração a um clique de distância contribuirá não só para você prestar mais atenção, quanto tornará mais propícia a sua interação com as pessoas que estão ao seu redor.

#6 – Gostou muito da apresentação de algum palestrante? Se tiver oportunidade, vá lá falar com ele/ela e comentar. Há exceções, mas na maioria das vezes, os palestrantes são super acessíveis e ficam muito felizes com o reconhecimento. Se o evento estiver muito tumultuado e não der para fazer isso, faça isso depois pelo LinkedIn e/ou outra forma de contato.

#7 – Feedback pra organização. Organizar um evento, por menor que seja, dá um trabalhão danado. Eu acredito muito no poder de um feedback honesto. Comente o que foi bom e o que poderia ser melhorado. Isso serve para ajudar a melhorar o próximo evento.

#8 – Temos uma tendência a participar apenas de eventos da nossa área de atuação e/ou do setor em que trabalhamos. Eu acredito que vale muito a pena participar de eventos de outras áreas, conhecer oportunidades e desafios, histórias completamente diferentes das que estamos acostumados a ouvir.

Espero que essas dicas sejam úteis para vocês!

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Saia do automático!  

Saia do automático!  

Na semana passada, durante a última sessão de uma coachee, ela  compartilhou o seguinte: “Antes de começar o processo de coaching eu já era feliz – aliás, eu nunca fui infeliz – mas eu fazia as coisas no automático. Hoje eu sinto que tenho controle sobre a minha vida”.  

Nem preciso falar o quanto vibrei com isso, né? E esse “depoimento” dela acabou ficando na minha cabeça. Fiquei pensando em como é fácil a gente entrar no modo automático – “deixa a vida me levar”. Eu sei que vocês já devem estar pensando: aí, lá vem a Milena com esse papo de estar no modo automático de novo!  

Eu insisto nesse assunto porque eu acredito que é um desperdício de vida ficar no piloto automático. Tanta coisa pra viver nesse mundão, e as pessoas ficam levando essa vida de “fazer todo dia tudo sempre igual”.  

Eu mesmo, antes de me tornar coach, estava levando a vida completamente no automático. Durante a semana, minha vida era ir pra academia, depois pro trabalho, e aí chegava em casa, assistia um seriado ou lia um livro, e dormia pra começar tudo igual no dia seguinte. De vez em quando saía com os amigos, as vezes ia pra chácara de final de semana, e ia vivendo assim, nesse marasmo.  

Engraçado que até mesmo quando algum amigo chamava no what`s app e perguntava se estava tudo bem, a resposta era sempre, tá tudo bem, tá tudo indo, trabalhando, na correria, e por aí vai…  

Hoje não existe mais pra mim esse “tudo indo”. Hoje é sempre de tá tudo ótimo pra cima. Por que? Porque como a minha coachee disse, eu tenho controle da minha vida. Para além disso, eu tenho objetivos, metas, sonhos… Eu tenho um planejamento para conseguir tudo isso. E isso me faz acordar todos os dias consciente de que está nas minhas mãos conquistar tudo o que eu quero!  

E aí? Vamos sair do automático e assumir o controle da vida? 

Quer aprender a assumir o controle da sua vida? Venha fazer coaching comigo!! Agende uma sessão experimental hoje mesmo: contato@milenaserro.com. 

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Desafio: vamos parar de deduzir?

Ontem estava tranquila tomando o meu café da manhã, quando aconteceu o seguinte diálogo:

Minha mãe: Será que o seu pai pegou o documento (do carro)?

Eu: Acho que sim, ele é chato com essas coisas.

Minha mãe: Ah, quer dizer que ele é perfeito, que ele não erra?

Uma hora depois, eu chego ao trabalho, e dois colegas estavam ligeiramente enfurecidos, porque em uma troca de e-mails, uma colega de outra área havia pedido algo como abóbora, e esses dois colegas entenderam que ela havia pedido um batom. Automaticamente, entraram no modo defensivo e já estavam sofrendo, preparando argumentos para contra-atacar. Sorte que eu cheguei a tempo de dizer: calma, ela só pediu abóbora, e nem foi pra gente. Foi para outra pessoa, nós só estávamos copiados nesse e-mail. Ufa!

E aí eu me peguei refletindo: é assim que se criam os problemas nos relacionamentos entre as pessoas, sejam eles amorosos, profissionais, amizades, etc. Você fala uma coisa, a pessoa bota uma emoção/sentimento/julgamento qualquer no que você falou, e em questão de segundos, ela já deduz que você quis dizer outra coisa. Detalhe: essa outra coisa nunca nem se quer passou pela sua cabeça.

Complicado, né?

Então eu queria propor um desafio pra vocês: durante um dia, ou pelo menos algumas horas do seu dia, procure prestar atenção nas suas conversas, deixar as suas emoções, avaliações pessoais ou pré-conceitos de lado, e focar nos fatos.  E mais: não entendeu o que a pessoa disse? Simplesmente pergunte: o que você quis dizer com isso?

A vida fica muito mais leve quando a gente para de gastar energia para tentar adivinhar – e, ainda mais importante, de se preocupar com – o que os outros estão pensando e/ou estão querendo dizer! Invista essa energia em algo que realmente importa!

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Tony Robbins no Brasil!

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Hoje faz exatamente uma semana que assisti a “palestra” do Tony Robbins. Para quem não conhece, Tony Robbins é um consagrado estrategista, escritor e palestrante motivacional. Em outras palavras, ele é só o maior coach do mundo! Para quem quiser saber mais sobre ele, um bom começo é o documentário “Tony Robbins – Eu não sou o seu guru”, que está disponível no Netflix.

Voltando a palestra… Foi a primeira vez que o Tony Robbins veio ao Brasil, em uma apresentação que durou umas 3 horas e meia, para mais de 10 mil pessoas. Eu já tinha assistido o documentário dele e lido um dos livros dele – “Desperte o seu gigante interior” – mas vivenciar ao vivo a performance dele com certeza vai entrar na lista dos momentos mais marcantes do meu ano.

O cara tem uma energia, uma vitalidade e uma presença de palco que não é para qualquer um!! Pensem num homão de 2 metros de altura, pulando, andando de um lado pro outro pela plateia, falando só verdades.

Tudo o que eu escrever aqui não vai ser suficiente para vocês entenderem o que é a energia que esse cara tem, e que ele transmite pra gente. Você sai de um evento desse ligado no 220V, acreditando que você pode conquistar o mundo… E olha que ouvi comentários de que, por conta da desorganização do evento e da falta de respeito/educação do público, ele fiquei meio assustado, e não foi nem metade do que ele geralmente é nos eventos que faz no exterior.

Enfim, minha ideia hoje aqui é compartilhar um pouco do que ele falou na palestra. E, claro, o primeiro ponto não tinha como deixar de ser energia. Ele fala muito sobre o quanto é importante nós termos um alto padrão de energia, manter a energia positiva, ter um estado mental positivo. É aquela coisa de já acordar animadão, porque vai ser um dia incrível!

E o que ele reforça que eu acho muito legal é o quanto não podemos perder um dia da nossa vida alimentando uma energia negativa… Ele fala que um dia é muito pra nossa vida. É um dia pra você ir em busca dos seus sonhos, fazer coisas interessantes, se conectar com você e com os outros, caminhar em direção ao seu objetivo.

E aí ele ensinou duas maneiras pra elevar o padrão de energia. A primeira maneira é buscar um sentimento. Não está se sentindo legal? Vai buscar uma memória de alguma coisa incrível que aconteceu na sua vida, um momento de felicidade, de conquista, um momento que você deu aquela gargalhada de doer a barriga, saca? Busca essa vibe positiva nas histórias que você já viveu!

A segunda maneira é o movimento! Ele fala que a emoção tem a ver com o movimento. Movimento que a gente faz com o corpo. E como você pode entrar num estado emocional positivo? Segundo o Tony, tem que fazer exercício, cantar, dançar, pular, rir. Ele fala muito sobre resgatar a inocência da criança, que não tem julgamento e saí por aí pulando, fazendo barulho, se movimentando!

Na própria palestra dele, ele usa muito isso! O tempo todo fazendo as pessoas levantarem, chacoalharem o corpo, pularem! Imagina mais de 10 mil pessoas com o padrão energético lá em cima? É humanamente impossível não se contagiar!!!

No decorrer da palestra ele faz muitas dinâmicas com o pessoal e mostra como é possível mudar o seu estado emocional rapidamente! E o quanto todo o seu corpo, a sua feição, tudo muda quando você está com um padrão energético alto! Agora imagina mais de 10 mil pessoas com a energia lá em cima? É impossível não se contagiar!

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Outra coisa muito interessante que ele fala é sobre não deixar os outros regerem a nossa energia! Quantas vezes a gente não entra na bad vibe do outro? Não permita que isso aconteça! Passa você a sua energia positiva para os outros!

Saindo um pouco da energia, o Tony Robbins também falou sobre foco e o quanto o foco que a gente dá em algo determina as nossas emoções e os nossos resultados. Ou seja, se você focar em coisas boas, em fazer coisas melhores, você também vai começar a ter resultados melhores na sua vida!

Além disso, ele também fala sobre a responsabilidade que temos sobre os nossos resultados. Nós temos a tendência de colocar a responsabilidade – principalmente pelos nossos fracassos – em fatores externos. Tá errado! Tanto o sucesso quanto o fracasso são da nossa responsabilidade, e temos que aprender a olhar pra dentro e nos responsabilizarmos pelas coisas!!!

Em complemento a assumir a responsabilidade, ele também fala sobre pararmos de dar desculpas quando fracassamos e aprendermos com os erros. O que essa situação me ensinou? O que posso corrigir para a próxima? Eu acredito inclusive, que um erro continuará se repetindo na nossa vida até que a gente aprenda com ele!

Enfim, tem muito mais, mas o texto já está enorme! O principal aprendizado da palestra do TRobbins é que por meio das nossas emoções nós podemos mudar as nossas atitudes e, principalmente, os resultados que teremos na nossa vida!

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Intolerância no trânsito

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Hoje cedo postei esse vídeo no meu instagram (@milenaserro) falando sobre uma técnica que aprendi e que mudou a minha vida no trânsito! Assistam, é mais legal do que eu apenas escrever! 😉

Depois que postei fiquei refletindo um pouco mais sobre isso. As pessoas estão cada vez mais intolerantes – para não dizer loucas – no trânsito. Qualquer coisinha é motivo para um descontrole, uma ira tão grande, que as pessoas saem distribuindo xingamentos, ofensas e sinais obscenos.  Paciência e gentileza são coisas raras no trânsito.

Meu objetivo aqui não é falar das razões que levam a esse descontrole tão grande. Mas quero propor uma reflexão/exercício: que tal nos esforçarmos para não entrar nessa loucura toda? Que tal sermos o ponto fora da curva, aquelas pessoas que encaram as situações que enfrentamos no trânsito de uma forma mais leve?

De uns tempos pra cá, tenho me esforçado nesse sentido. Toda vez que levo uma fechada, ao invés de mandar o sujeito praquele lugar, respiro fundo e penso: coitado, está correndo para levar a mulher que está em trabalho de parto para o hospital; poxa, ele não me viu; tá correndo pra não chegar atrasado na reunião e não perder o emprego; ou qualquer outra história que eu inventar na hora. Se o meu ímpeto de xingar está muito forte, aí sim eu falo bem alto: vai com Deus inspiração da minha evolução! 🙂

O fato é que eu acredito que não vale a pena me estressar por causa do trânsito. Ficar estressada, com raiva, xingando meio mundo não vai me levar a lugar nenhum! O sujeito que me deu a fechada vai seguir o caminho dele, e eu vou ficar lá, mandando energia ruim para o universo e ruminando sentimentos ruins. Sem contar que as chances de eu chegar ao meu destino e descontar essa raiva em outra pessoa – que não tem nada a ver com a história – é grande, né?

Então, pessoal, fica o convite para reflexão: vale a pena ficar estressado no trânsito? Que tipo de emoção/sentimento isso vai te gerar?

E lembrem-se: mudanças de comportamentos exigem treino! Quanto mais você praticar, mais fácil vai ficar pra você encarar o trânsito de uma forma mais leve! Experimentem e depois me contem como foi!

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Mudança requer treino!

Quando iniciamos um processo de mudança – qualquer que seja ele: emagrecimento, praticar esportes, ser mais otimista, parar de fumar, ter mais equilíbrio emocional, entre tantas outras mudanças possíveis – há uma tendência de cobrança por parte, principalmente, de nossos familiares e amigos.

Como vocês sabem, eu estou em um grande processo de mudança, e vira e mexe sou cobrada pelas pessoas. Basta eu ficar desanimada ou mau humorada por um minuto e pronto: nossa, mas cadê a nova Milena? Cadê a Milena Coach? Cadê a Vida Extraordinária? E por aí vai…

É como se eu tivesse que ser perfeita, não pudesse mais ficar triste, mau humorada, irritada, etc.

Entre tantas outras coisas, com o coaching adquiri/aprendi um controle emocional muito forte. Mas isso não quer dizer que sou (ou que serei) perfeita. Tenho dias bons e ruins como todo mundo. A vantagem é que hoje eu sei reconhecer de maneira muito eficiente quando algo está saindo do controle, quando estou deixando me levar por uma onda negativa, ou quando não estou respondendo de forma apropriada a alguma situação. Além disso, hoje tenho estratégias que consigo aplicar de forma bastante rápida para não me deixar entrar numa “vibe” ruim.

É o que eu sempre digo para os meus coachees: o processo de mudança é como um treino de musculação (ou de corrida, ou seja lá o esporte que faça mais sentido para você). Não é porque você fez um treino de musculação que no dia seguinte você vai acordar forte e vai ficar assim para o resto da vida. Você precisa treinar regularmente, com constância, e fazer ajustes de acordo com o seu objetivo.

E aí, tem dia que você fará um treino perfeitinho. Outros dias, o treino não vai encaixar, vai ser sofrido, você vai fazer xingando até a última geração do seu treinador. Tem dia que você aguenta fazer exercícios com 60 kgs. E tem dia que 10 kgs é demais.

Então, gente, é isso: não esperem perfeição de um processo de mudança. Não se cobrem e não se permitam serem cobrados.  Vamos ter altos e baixos, sim. A diferença, no meu ponto de vista, é que teremos bem menos baixos, teremos plena consciência do que porque estamos no baixo, e nos levantaremos muito mais rápido desses baixos, porque sabemos identificar as soluções! E, principalmente, porque sabemos que só nós mesmos podemos nos tirar desses baixos!

A chave é ter constância e persistência, e ter sempre em mente o motivo dessa mudança, que é o nosso objetivo final!!!

Uma semana extraordinária para todos!!!

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Você se prepara para as oportunidades?

Vira e mexe ouço alguém se lamentando sobre a falta de oportunidades: é o mercado que está difícil, é a ausência de entrevistas mesmo com o perfil certo para a vaga, é a falta de reconhecimento do líder/da empresa, é a promoção que não vem, é a ausência de concursos públicos, e por aí vai…

Um adendo antes de prosseguir: tenho televisão em casa e leio jornais todos os dias. Portanto, tenho conhecimento da situação em que o Brasil se encontra, níveis de desemprego, dificuldades do mercado, falta de concursos públicos, suspensão de bolsas de pesquisadores e o resto todo da história. Mas continua lendo que você vai entender meu ponto, prometo.

Dito isso, quero fazer uma provocação: o quanto as pessoas realmente estão se preparando e/ou criando as suas próprias oportunidades?

Cena clássica nas empresas: a pessoa entra na empresa com gás total, cheia de energia, dando mil ideias, fazendo acontecer, entregando resultados! Está interessado/engajado, faz vários cursos complementares, vai atrás de pós-graduação, participa de todos os eventos que pode. De repente, bum, entra na sua zona de conforto. Não quer mais sair da cadeira para ir a um evento. Não faz mais nenhum curso. Estagna. E reclama que o chefe não dá oportunidade. Talvez você conheça alguém assim. Talvez até intimamente.

Agora eu te pergunto: quando surgir uma oportunidade, ela vai estar preparada? É nessa pessoa que o líder/empresa vai pensar? Muito provavelmente não!

Na semana passada, tive oportunidade de conversar com duas pessoas que relataram sobre a escassez de concursos públicos. Fiz duas perguntas: i) qual o seu plano B, C, D e E? ii) você está se preparando para um concurso que possa surgir daqui a 6 meses? Nos dois casos, a resposta foi não para as duas perguntas.

Vocês conseguem perceber onde quero chegar? Me parece ser muito mais cômodo pras pessoas se esconderem atrás de reclamações sobre a falta de oportunidades do que se mexerem, se prepararem pras oportunidades, criarem as suas próprias oportunidades.

E vamos combinar, reclamar não é a solução para nada nessa vida, né?

Então, minha gente, que tal começarmos a agir ao invés de reclamar? Isso vale principalmente para quem está empregado e insatisfeito. Pare de reclamar e faça uma autoavaliação: você está realmente dando o seu melhor? Você realmente está entregando resultados? Você realmente merece essa promoção? Feita essa avaliação, planeje os próximos passos! Comece a gerar mais valor para a sua empresa ou vá buscar outras oportunidades! Planeje-se, prepare-se, faça acontecer!

Pra quem está desempregado ou esperando o concurso público, não desanimem, sejam resilientes!! Preparem-se, invistam no networking, avaliem que habilidades e competências vocês precisam desenvolver para o emprego que vocês querem, estudem, se atualizem, criem as suas oportunidades! Pensem nos planos A, B, C, D, E e por aí vai!

E quando conseguirem um novo emprego continuem se preparando para as próximas oportunidades, se auto avaliando, planejando os próximos passos. Não parem nunca de se desenvolver!

Faz sentido pra vocês?

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Você cultiva a gratidão?

Você cultiva a gratidão?

Qual foi a última vez que você agradeceu – verdadeiramente – por alguém e/ou alguma coisa?

Qual foi a última vez que você experimentou um sentimento de gratidão pela sua vida?

Vivemos em uma época em que a rotina é intensa demais. A vida é corrida demais. Temos que dar conta de tudo: academia, trabalho, cursos, eventos, ter tempo pra família e pros amigos, encarar horas no trânsito… E aí a tendência é que as pessoas entrem no piloto automático, e se esqueçam de sonhar, de curtir a sua trajetória, de aproveitar os momentos, de estar presente verdadeiramente, de agradecer pela vida!

É como eu comentei com uma coachee esses dias: nós pensamos que as pessoas/situações/coisas sempre vão estar onde estão. Que os pais sempre vão estar por perto. Que os companheiros sempre vão estar lá no dia seguinte. Que vamos ter um salário na nossa conta do final do mês. Que nossos amigos sempre serão nossos amigos. Que a nossa casa sempre nos receberá no final do dia cansativo de trabalho. E por aí vai.

Meu objetivo não é focar no fato de que nada nessa vida é garantido e que num piscar de olhos tudo pode mudar. Eu quero mesmo é falar sobre gratidão.  De uns tempos pra cá, gratidão virou uma febre, a ponto de muitas pessoas passarem a usar gratidão no lugar de obrigado(a).

Mas gratidão não é simplesmente agradecer por situações ou atitudes agradáveis que acontecem na nossa vida, ou porque alguém quebrou um galho pra você. Acredito que a gratidão seja um estado de espírito, um estado que nos faz ser gratos a tudo que está presente em nossa vida. Ou seja, quem é grato, é grato até quando está na “m”.

De um modo bastante simplista, ser grato é enxergar o copo sempre meio cheio. É saber enxergar os aprendizados de todas as situações, principalmente das difíceis. É saber reconhecer oportunidades em tempos difíceis.

Ser grato é agradecer por ter onde morar, ao invés de reclamar que a casa é pequena.

É agradecer por ter o que comer, ao invés de reclamar que vai comer arroz e feijão pela quinta vez na semana.

É agradecer por estar no conforto do seu carro, ao invés de reclamar que está no trânsito.

É agradecer que tem um trabalho, ao invés de reclamar todos os dias do seu chefe, dos seus colegas, etc.

Ser grato é agradecer e dar valor por cada pequena coisa que nós damos como garantidas! É saber perceber e reconhecer o quanto a sua vida é abençoada por todas as coisas e até mesmo as pessoas que você tem ao seu redor – e que muitas outras pessoas que gostariam de ter não tem!

E pode anotar aí: quanto mais você é grato, mais coisas boas acontecem na sua vida.

Reconhecer o bem que você já tem em sua vida é a base para alcançar a abundância (Eckhart Tolle)

Como cultivar a gratidão

Existem várias formas de você cultivar a gratidão. Seja qual a forma que você escolher, você pode ser mais genérico, agradecendo pela vida, pelo lar, pela saúde, pela família, etc; ou você pode ser mais específico, falando de alguma coisa/situação/pessoa específica que lhe aconteceu:

Se você tem o costume de orar todos os dias, pode aproveitar esse momento para agradecer pelas coisas que tem.

Ou você pode ter o seu Caderno da Gratidão, que é o que eu faço. Todos os dias, antes de dormir, escrevo no meu caderno 3 coisas pelas quais sou grata no meu dia. E vou um pouco além: agradeço também por 3 coisas que ainda vou conquistar (falarei mais sobre isso quando escrever sobre a Lei da Atração). Você pode fazer isso num caderno físico ou pode anotar no bloco de notas do seu celular.

Uma outra forma bacana e divertida de fazer isso é criar um potinho da gratidão. Você pode fazer isso inclusive em família. É só pegar um desses potes de vidro, tipo baleiro, e todos os dias escrever num papel pelo menos uma coisa pela qual você é grato(a) e colocar no pote. Dica: usem papéis coloridos que o pote vai ficar bonitão!

Benefícios da gratidão

Para finalizar, deixo aqui 7 benefícios da gratidão comprovados pela ciência:

  1. A gratidão abre as portas para novos relacionamentos
  2. A gratidão melhora melhora a saúde física
  3. A gratidão melhora a saúde mental
  4. A gratidão aumenta a empatia e reduz a agressividade
  5. Pessoas gratas dormem melhor
  6. A gratidão melhora a autoestima
  7. A gratidão aumenta o equilíbrio mental

E então, bora cultivar a gratidão?

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Sobre ter foco

Sobre ter foco

Quando eu descobri a minha missão e, na sequência, decidi fazer a formação em coaching, muitas ‘tentações’ começaram a surgir, principalmente depois que eu já estava matriculada no curso. Como eu não tinha tornado essa decisão pública, as pessoas apareciam com convites que demandavam, principalmente, tempo e dinheiro. Era como se Deus estivesse me testando para ver se era isso mesmo que eu queria.

O teste era tão desafiador, que eu tinha a oportunidade de emendar umas férias junto a uma viagem profissional e encontrar duas amigas em Londres (gosto pouco de lá, viu?). Só eu sei o quanto foi difícil dizer não (e o quanto essas duas me pressionaram e me xingaram, mas depois que expliquei o porquê, elas me apoiaram).

Mas do momento que eu decidi investir na carreira de coach, lá em janeiro, eu já sabia que eu precisaria depositar 100% do meu foco e da minha energia nisso: eu tenho um trabalho durante o dia, portanto me sobram apenas as noites e os finais de semana para me dedicar ao meu lado coach.

Eu já sabia, por exemplo, que teria que abrir mão do meu tempo livre para me dedicar ao coaching: tenho muita coisa para estudar, criar conteúdo para o blog e para outras mídias sociais, planejar os meus atendimentos, atender os coachees, fazer relatórios após cada sessão, e por aí vai.

Tem semana que eu preciso viajar a trabalho, mas não tem desculpa: tenho que manter o foco e reorganizar toda a minha agenda para dar conta de fazer tudo. Por exemplo, logo depois da formação fiquei uma semana fora e não tive dúvidas: levei todo o material do curso comigo e todo dia pegava pelo menos uma hora pra ler tudo e fazer anotações.

Quando a gente toma a decisão de ir atrás de um objetivo e/ou de um sonho, temos que colocar 120% do nosso foco naquilo, não podemos nos permitir as pequenas distrações. É foco na meta!

Veja bem: não estou dizendo que devemos parar de viver por causa disso, e sim que devemos saber priorizar o que é mais importante pra gente, ouvir o nosso coração, viver a nossa missão, criar um equilíbrio entre as nossas atividades e papéis sociais e colocar a nossa energia naquilo que a gente quer, sem esquecer de curtir a nossa jornada!!!

Está precisando de foco para fazer uma mudança e/ou correr atrás de um objetivo? Sou Life Coach e posso te ajudar. Quer saber como? Me escreve:contato@milenaserro.com

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Crie um ritual matinal!

Até a alguns meses atrás, eu era uma daquelas pessoas que já acorda com o celular na mão, checando as mensagens do what’s app, as atualizações do instagram e lendo os e-mails – pessoais e de trabalho. Comecei a observar que essa rotina não estava me fazendo bem: eu nem tinha levantado da cama ainda e já estava me preocupando ou me estressando com alguma situação que eu teria de encarar durante o dia (ou até mesmo nos dias seguintes).

Assistindo a algum vídeo ou documentário sobre minimalismo (infelizmente não me recordo qual), aprendi que, quando acordamos pela manhã, nosso organismo só tem uma determinada quantidade de energia; e ela é consumida lentamente pelas decisões. Ou seja, ao tomar várias pequenas decisões pela manhã – geralmente pouco significativas – as demais decisões que teremos que tomar durante todo o dia serão afetadas. É justamente para evitar essa fadiga mental que o Mark Zuckeberg veste a mesma coisa todos os dias.

Foi aí que eu decidi criar o meu próprio ritual matinal:

  1. Pulo da cama no primeiro toque do despertador. É isso mesmo, nada de ficar enrolando na cama…
  2. Lavo o rosto, escovo os dentes e me visto
  3. 3-5 minutos de meditação (ainda estou tentando me encontrar nesse quesito, mas por enquanto a que fez mais sentido pra mim foi a Hoʻoponopono que, de forma bem simplista, é uma técnica havaiana de reconciliação e perdão)
  4. Mantras & Visualização do meu dia
  5. Tomo meu bullet proof coffee (ou café da manhã nos dias em que não vou treinar)
  6. Vou treinar na academia ou no parque (ou vou direto pro trabalho)
  7. Por último, mas não menos importante: nada de celular durante a primeira hora do dia!

Tem quase dois meses que estabeleci esse ritual e isso mudou significativamente os meus dias.  É como se eu estivesse fazendo uma faxina emocional e preparando o corpo e a mente para o dia que está começando, projetando tudo que eu quero que aconteça no meu dia.

Além de ficar muito relaxada e conectada comigo mesma enquanto estou no ritual, eu sinto que meu nível de ansiedade diminuiu drasticamente: de maneira geral, me sinto muito mais relaxada, presente e conectada – comigo e com os outros.

E vocês? Tem algum ritual matinal? Se ainda não tem, vale a pena criar o seu! Faz um bem danado! Só de parar de olhar o celular assim que acorda já vai fazer uma diferença enorme!!!

 

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Reflexões sobre o penâlti perdido do Messi

Ontem comentava com alguns colegas sobre a Copa e aí surgiu o assunto do penâlti “perdido” do Messi. Alguns colegas defenderam que era inadmissível o Messi perder o penâlti, que ele treina pra caramba, que ele ganha milhões pra isso, que penâlti não dá pra perder, etc, etc, etc.

Eu tirei alguns insights dessa discussão saudável que resolvi compartilhar co, vocês. O primeiro deles é: o Messi perdeu o pênalti ou o goleiro da Islândia defendeu o pênalti? Infelizmente, nossa sociedade tem uma tendência a focar nas coisas ruins e nos erros, ao invés de focar em todas as coisas positivas e em todos os acertos. Acertamos 999 vezes e erramos 1, e ainda assim nos concentramos nessa 1 coisa que fizemos errado e ficamos ali sofrendo porque erramos. Errou? Levanta a cabeça, aprende com o erro e bola pra frente!

A minha segunda reflexão foi sobre o fato de ele não poder errar, principalmente porque ele ganha milhões. Gente, o cara é um ídolo, está entre os melhores jogadores do mundo, ganha milhões, etc… mas antes de tudo ele é um ser humano, um indivíduo como cada um de nós. O fato de a conta dele estar bombando de dinheiro não exime o fato de que ele também tem problemas, dores e medos, como todos nós!

Você pode não ter um salário milionário, mas empresa em que você trabalha paga o seu salário e também tem expectativas quanto ao seu trabalho! E as vezes você também comete uma falha. E, a menos que você tenha feito uma m… muito grande, está tudo bem! Esse erro não vai te definir. Você vai aprender com esse erro e continuar sua jornada. Alguns aprendem com o erro e se tornam mais experientes. Outros vão cometer o mesmo erros algumas vezes até conseguir tirar um aprendizado disso.

Tenho visto muita gente cobrando os jogadores de futebol pelos milhões que ganham ou porque “eles só fazem isso da vida, como pode perder um gol desses?”. Jogadores são humanos, não são máquinas. Ninguém nessa vida é perfeito, ninguém nessa vida acerta 100% o tempo todo! Não importa se ganha 1 real ou 1 milhão de dólares, todo mundo está suscetível a erros. E como eu gosto de dizer: o mundo vai continuar sendo mundo!

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Valorize a sua individualidade!

Eu já falei por aqui sobre o quentinho no coração que sinto quando consigo contribuir com alguém. Esse final de semana eu senti um quentinho especial!

Imaginem a alegria que senti quando a minha tia me contou que um dos textos aqui do blog a ajudou a tomar a decisão de, pela primeira vez depois de 42 anos de casada, ir passar o final de semana longe do marido, filho, nora e neta.

Bem resumidamente, a história é a seguinte: organizamos uma festa junina na chácara e convidamos toda a família. Só que o marido e o filho dela não queriam ir. Mas ela resolveu seguir o que ela queria e não só decidiu ir para a festa, como passar o final de semana com a gente. Imagina gente, depois de 42 anos de casados, esse foi o primeiro final de semana longe do marido. E ela definiu isso como o Independece Day dela!

Mas por que eu estou contando isso pra vocês? Porque eu acredito que a individualidade é um fator muito importante em todas as nossas relações, sejam elas amorosas, familiares, sociais ou familiares.

Todos nós, sem exceção, precisamos ter um tempo que é só nosso. Um tempo para nos dedicarmos a um hobby, a fazer um curso, praticar um esporte, sair com os amigos ou pura e simplesmente ficarmos quietinhos no no nosso canto, recolhidos em nossos pensamentos.

Eu acredito que esses momentos são muito sadios para os nossos relacionamentos, porque temos tempo/espaço para nos desenvolvermos, aprendermos e crescermos. E, consequente, trazemos coisas novas e uma energia renovada aos relacionamentos, que só nos farão bem!

A individualidade é um bem preciosíssimo, e jamais devemos abrir mão dela para estar em qualquer tipo de relacionamento!

Obs: não acredite nessa historinha que você está se contando nesse exato momento, de que não tem tempo para preservar sua individualidade porque você trabalha, porque você é mãe, porque trabalha e estuda, e por aí vai… Será mesmo que você não consegue separar 1 hora que seja da sua semana para se curtir? Eu não acredito nisso!!!

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Vale a pena assistir: Will Smith

Até bem pouco tempo atrás, quando ouvia o nome do Will Smith, a imagem que vinha na minha cabeça era do ator, especialmente nos filmes A Procura da Felicidade e Beleza Extraordinária.

Eis que um belo dia estou rolando o meu feed do Facebook e me deparei com um vídeo dele, em uma participação de algum programa de TV, respondendo algum questionamento sobre seus medos. E aí ele conta uma história que ao mesmo tempo que é muito engraçada, também vem com uma baita dose de lição de vida e de motivação. Tanto é que tem uma frase dele que ficou marcada:

Deus coloca as melhores coisas da vida do outro lado do terror. Do outro lado do seu máximo medo estão as melhores coisas da vida.

(Tenho certeza que essa frase também vai mexer contigo! Ainda mais se você assistir o vídeo).

Enfim… um vídeo levou ao outro e descobri que ele tem diversos depoimentos com essa pegada motivacional. É aquele tipo de coisa que você assiste/ouve e te desperta a reflexão e/ou te leva a ação!

Então a minha dica de hoje é: se você ainda não assistiu os vídeos motivacionais do Will Smith, não perde mais tempo! Corre lá no YouTube e procura por “vídeos motivacionais do Will Smith”. Prometo que vai ser um tempo bem gasto!

Ah, e pra facilitar vou colocar aqui o tal vídeo sobre medo:

 

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O quanto você se importa com o que os outros pensam de você?

Neste final de semana, fui a festa junina do bairro em que moro com umas amigas, e já no final da festa, nos divertimos assistindo uma mulher, na casa dos seus 40-50 anos, curtindo o som e dançando muito. Só por estar ali se curtindo, ela já merecia o nosso respeito. Mas aí começou a tocar um forró, ela viu um grupinho de uns rapazes que pareciam dançar bem e ela não teve dúvidas: chegou em um deles e mandou um “dança comigo?”. Eles dançaram não apenas uma, mas duas músicas.

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Eu vi aquela cena e pensei: que sensacional! Primeiro ela estava dançando sozinha, e nem aí para o que os outros pudessem pensar! Depois ela elevou ainda mais esse estado de “dane-se o que os outros estão pensando” e foi chamar o cara para dançar. (E vamos combinar, aqui tinham grandes chances de ela ser zuada pelo cara ou pelo grupo).

E aí eu te pergunto: o quanto que a gente deixa de fazer as coisas com medo do que os outros vão pensar de nós?

“Se eu dançar aqui, vão achar que eu sou louca. Se eu usar essa roupa, vão achar que eu sou brega. Se eu perguntar o que é isso, vão achar que eu sou burra. Se eu disser que não entendi o que é para fazer, vão achar que eu sou incompetente. Se eu fizer isso, vão achar que eu sou fria. Se eu agir assim, vai parecer que não me importo. Se eu não for na festa, vão achar que eu sou anti-social. Se eu for na festa, vão achar que eu sou arroz de festa”.

E daí se as pessoas acharem que você é louca só porque você começou a dançar animadamente?? Você estava com vontade de dançar? Matou sua vontade? Curtiu? Se divertiu? É isso que importa!!! O que as pessoas pensam de você é um problema delas. O que importa é o que você é, o que você pensa, o que você sente, o que você quer!!

E te digo mais: muito provavelmente, a pessoa que julga que você é louca porque estava ali dançando, é a pessoa que está se corroendo de vontade de fazer o mesmo.

A vida é curta demais, minha gente. Passa num piscar de olhos. Nunca, nunquinha, deixe de fazer algo que tem vontade de fazer com medo do os outros vão pensar.  Você está dando a eles um poder muito grande. Um poder que você deve dar somente a você mesmo. A menos que você queira fazer algo que prejudique alguém, você é livre para fazer o que quiser!!!! Ninguém está pagando as suas contas para poder decidir o que você pode ou não fazer.

Para concluir: não deixe o julgamento alheio ficar no caminho da sua felicidade!!

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O que aprendi com o coaching: como dizer não

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Entre os aprendizados marcantes que tive durante o meu processo de coaching, está a arte de dizer não.

Não. Uma palavra tão curta, mas tão poderosa.

E vamos combinar: como a gente sofre pra dizer não!

Eu acredito que o grande desafio em dizer não reside no fato de não querermos magoar o outro. Ou, em outras palavras, na nossa necessidade de agradar os outros.

Basta imaginar situações simples. Sua amiga te convida pra ir jantar na casa dela, mas você não está a fim de ir. De duas uma: ou você vai inventar uma desculpa qualquer para não ir; ou você vai, contrariada, ao jantar.

E por que não ser sincera com sua amiga? Fulana, muito obrigada pelo convite, mas hoje eu não estou bem e não serei uma boa companhia. Que tal a gente marcar na semana que vem?

Dessa forma, você está sendo sincera com ela e, principalmente, com você mesmo.

Ah, Milena, dizer não para um amigo é fácil. O problema é dizer não para o meu chefe.

É um problema porque você acredita que deve dizer sim para tudo o que seu chefe pede.

Eu também acreditava nisso. Mas no coaching aprendi uma técnica para dizer não e hoje eu consigo falar não sem nenhum peso na consciência. (Consigo lembrar perfeitamente do quanto eu me senti poderosa a primeira vez que apliquei a técnica para dizer não a minha chefa).

É a técnica do SIM-NÃO-SIM.

Suponhamos que o seu chefe/colega te peça para fazer alguma coisa, mas você não pode fazer aquilo, por qualquer que seja o motivo.

Primeiro você vai dizer SIM para você mesmo, ou seja, você vai respeitar a sua agenda, o seu tempo, as suas necessidades.

Depois você vai dizer NÃO para o seu chefe/colega, e explicar o porquê você não pode realizar aquela tarefa naquele momento.

E aí então você vai dizer SIM para o seu chefe/colega, esclarecendo que, depois que você terminar o que está fazendo, poderá contribuir. Ou, se isso não se aplicar ao caso, dizendo que espera poder contribuir e/ou que estará à disposição em uma próxima oportunidade.

Eu juro pra vocês que essa técnica funciona. E que é libertador dizer não. E que o mundo não vai acabar só porque você disse um não. E que você não vai ser demitido por isso (a não ser que seu chefe seja muito quadrado). Pelo contrário: o mundo vai continuar sendo mundo, seu chefe/colega vai dar os pulos dele para fazer o que precisa ser feito e, o mais importante, você vai ser respeitado por isso.

Quando a gente aprende a falar não, podemos usar mais o nosso tempo, a nossa energia e a nossa vida para as coisas que verdadeiramente significam mais para nós mesmos.

Portanto, da próxima vez que tiver que falar um não, lembre-se do porque você está dizendo não. Concentre-se nas coisas positivas que abrirá em sua vida, como mais tempo para sua família, para sua escrita ou outro hobby ou simplesmente para relaxar, para que seus níveis de estresse diminuam; ou no seu trabalho, como mais tempo para se dedicar ao seu projeto ou para “bater” suas metas.

Esta motivação positiva irá ajudá-lo a continuar com a sua decisão, mesmo que pareça difícil.

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Na minha biblioteca: “O ano em que disse sim”

Desde que me entendo por gente, sempre gostei muito de ler. Meus pais sempre me incentivaram a criar esse hábito da leitura e, nas minhas férias escolares, passava grande parte do tempo lendo. Até hoje, sempre tenho um livro na cabeceira da minha cama e não consigo viajar sem a companhia de um bom livro.

Esses dias estava organizando a minha biblioteca pessoal e tive a ideia de compartilhar por aqui um pouco das leituras mais marcantes que tenho feito.

Vou começar com um livro que li no ano passado e que reli recentemente: O ano em que disse sim, da Shonda Rhimes. A Shonda é a criadora das séries Greys Anatomy (que já está na 14 temporada) e Scandal, e produtora executiva da série How to Get Away with Murder. Ela tá,bem produziu/produz outras séries, mas essas são as mais famosas.

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Neste livro ela conta, com uma boa dose de humor, tudo que aconteceu na sua vida pessoal e profissional em um ano em que ela resolveu dizer sim a tudo que lhe assustava: desde dar entrevista ao vivo em um programa de TV até cuidar de sua saúde. Isso tudo aos 41 anos.

É uma leitura super fácil e gostosa (se duvidar, você lê em uma sentada, rs); e daquele tipo que te motiva e que desperta a vontade de agir. E aí destaco um dos meus trechos favoritos do livro:

Acho que muita gente sonha. E, enquanto estão ocupadas sonhando, as pessoas felizes de verdade, as pessoas bem-sucedidas de verdade, as pessoas realmente interessantes, poderosas, engajadas estão ocupadas, fazendo.

Ah, para quem não tem o hábito de ler, ela contou um pouco dessa história em uma participação no TED Talks. Coloquei o vídeo legendado aqui:

Espero que gostem!!

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Autoresponsabilidade

Uma das primeiras coisas que eu aprendi durante o meu processo de coaching de liderança (e um dos aprendizados que mais me marcou também), foi sobre a autoresponsabilidade. Se eu escrever aqui que nós somos responsáveis pela nossa vida, pelas nossas escolhas e por tudo o que nos acontece, vocês certamente vão pensar: pô, Milena, você precisou passar por um processo de coaching para descobrir isso? Não. E sim.

Acredito que todos nós sabemos que somos responsáveis por nossa vida. Mas praticamos essa autoresponsabilidade? Não. Basta pensar nas vezes que deixamos os outros fazerem escolhas por nós ou que só ficamos felizes quando alguém faz alguma coisa por nós, como se a nossa felicidade estivesse nas mãos dos outros. Mas isso é papo para outro dia.

Mas hoje quero falar sobre o que me despertou tanta atenção sobre essa autoresponsabilidade: as coisas cotidianas, rotineiras. E não há nada melhor do que a palavra “culpa” para entender melhor o quanto a gente não costuma se responsabilizar pelas coisas:

– Bateu o carro? Culpa do outro motorista, que não deu seta.

– O projeto no trabalho deu errado? Culpa do meu colega, que não me deu as informações necessárias.

– Chegou atrasado na reunião? Culpa do trânsito.

– Perdeu a hora? Culpa do despertador, que não tocou.

– Esqueceu algum documento importante em casa? Culpa do telefone que tocou bem na hora que você ia pegar o documento.

– Cometeu aquele erro absurdo no trabalho? Culpa da sua chefe, que não te explicou direito o que era para ser feito.

– Não sabe onde colocou alguma coisa? Culpa da sua mãe que não aguenta ver as coisas espalhadas pela casa e já saí guardando tudo. (Beijo, mãe!)

Acho que já deu para entender o meu ponto, né? É infinitamente mais fácil procurar um culpado para justificar a nossa falta de responsabilidade, seja ele uma pessoa ou um fator externo qualquer. Além de tudo, quando culpamos alguém geralmente criamos um conflito (ou um ranço) desnecessário com aquela pessoa e aí já viu, tá criada a bola de neve….

Veja, não estou querendo dizer que somos sempre 100% responsáveis por tudo. Mas sempre temos uma parcela de responsabilidade – seja ela pequena, média ou grande – nessas situações.

Eu confesso que era uma dessas pessoas que sempre achava um culpado pra tudo que não dava certo pra mim – se duvidar culpava até a Deus. Mas depois que entendi que tenho sim minha parcela de responsabilidade em tudo, as coisas ficaram mais leves, mais fluídas: sempre que sinto o gatilho de culpar alguém se aproximando, eu penso o que foi que eu fiz (ou não fiz) para criar aquela situação específica. Além de ter muito mais iniciativa e aprender muito com os meus erros, ainda evito conflitos desnecessários e mantenho um bom relacionamento com as pessoas.

Então, deixo aqui um convite a reflexão: da próxima vez que forem culpar alguém ou alguma coisa por algo que lhe aconteceu, tentem entender qual é a sua parcela de responsabilidade nisso. Como você contribuiu para esse resultado? O que você poderia ter feito que não fez?

Parem de procurar culpados e assumam suas responsabilidades, prometo que vai fazer bem!!!

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Viagem de autoconhecimento

Acabei de ter as férias mais diferentes da minha vida. Foram apenas 10 dias, mas que valeram por 30 (ou até mais). Geralmente, quando saio de férias, já vou direto do escritório para o aeroporto (ou, no máximo, embarco no dia seguinte). A semana antes das férias costumavam ser insanas, para arrumar as coisas para a viagem e deixar tudo em ordem no trabalho.

Mas dessa vez até isso foi diferente. A semana pré-férias foi como qualquer outra semana. Não teve contagem regressiva. As vezes nem me lembrava que estava prestes a sair de férias. Na sexta-feira, consegui sair no horário normal, ativei o meu aviso de férias, desliguei meu celular corporativo e fui pra casa. Na maior tranquilidade.

Essas férias foram dedicadas única e exclusivamente a mim. Não que uma viagem também não seja uma dedicação a mim mesma, mas dessa vez eu tirei férias para olhar para dentro e para a frente.

E essa decisão foi tomada lá no final do ano passado, na hora de fazer a famosa listinha de resoluções. Decidi que esse ano ia me dedicar ao meu propósito de vida e, na véspera do carnaval e, portanto, do meu aniversário, concretizei uma grande vontade e me dei de presente a inscrição em um curso de Coaching.

E, então, do dia 3 ao dia 6 de maio, eu praticamente me internei na instituição em que decidi fazer o curso. Foram 4 dias intensos e insanos. Das 08h30 da manhã até tarde da noite. Eu e mais 80-100 malucos. Tomando uma surra de conhecimento de uma treinadora que é A inspiração em pessoa, com uma energia e uma paixão pelo que faz gigante e contagiante. Tomando vários socos no estômago, olhando profundamente para “dentro”, encarando tudo aquilo que nos incomodava, enfrentando os nossos piores medos e descobrindo todas as crenças que nos impediam de evoluir. Sendo contagiados a cada intervalo pela música Love Generation e pela energia e animação de uma equipe de staff maravilhosa! Foram 4 dias em uma incrível viagem de autoconhecimento.

Não dá pra esgotar tudo o que aconteceu nesses 4 dias em apenas um texto. Mas o que eu posso dizer é que foi a experiência mais significativa e impactante pela qual já passei: saí de lá transformada, empolgada, confiante, querendo aproveitar melhor cada minuto do meu tempo, com mil insights na cabeça e a certeza de que hoje eu tenho pleno conhecimento sobre a minha missão na vida e, principalmente, de que daqui por adiante não passarei um dia na minha vida sem me dedicar a essa missão!

A criação desse blog já é resultado de algumas “fichas” que caíram durante o curso! E quero convidar vocês a me acompanharem nessa jornada que eu agora chamo de Vida Extraordinária! Bora!?

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